quinta-feira, 19 de novembro de 2015

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DecoDeco:Vai aplicar dinheiro no banco? Coloque-o debaixo do colchão:Segundo uma análise Proteste Investe, da Deco, a 20 produtosde aplicações de bancos portugueses, em 10 deles, é preferível “guardar o dinheiro debaixo de um colchão”. As taxas de juro são baixas e as comissões cobradas transformam o investimento num bom negócio… para os bancos.

Se pondera fazer uma aplicação bancária, não exclua a hipótese de guardar o dinheiro no colchão, alerta a Deco.
Um estudo realizado pela Proteste Investe, da Deco, analisou algumas das aplicações bancárias que estas instituições oferecem, em Portugal, e concluiu que, em algumas delas, há perda de capital.

O leitor pode perguntar-se: como é possível depositar dinheiro a prazo e não obter lucro? A resposta encontra-se na taxa de inflação e nas taxas cobradas pelos bancos, nas manutenções de contas, segundo aquele estudo.

A Deco visitou 20 bancos e procurou soluções para aplicar 2500 euros por um ano. E verificou que os bancos “cobram mais em comissões de manutenção de conta do que os juros.

Mesmo nas propostas online, isentas de comissões, as pequenas poupanças acabam por gerar prejuízo porque a inflação desvaloriza o dinheiro. Quando é feito o resgate do valor aplicado, verifica-se uma perda.

Segundo a Deco, para uma aplicação de 2500 euros, os bancos apresentam uma taxa de juro de 1,8 por cento, ou 36 euros, mas cobram “83,2 euros de comissões de manutenção de conta”.

Nos depósitos de pequenos montante, não há comissões, mas a inflação devora os ganhos, que seriam menores.

“Em 10 bancos, abrir uma conta especificamente para aplicar 2500 euros a um ano significa então perder dinheiro, pois cobram mais em comissões de manutenção da conta do que os juros que vai receber”, escreve a associação de defesa do consumidor, citada pela Lusa.

Mas as contas da Deco Proteste Investe vão mais longe. Tendo como base os mesmos 2500 euros, com uma taxa de juro de 0,3 por cento ao ano, um ‘investidor’ ganharia, num ano “uns estonteantes 7,5 euros”.

A Deco reafirma que as instituições bancárias estão proibidas de “cobrar comissões por manutenção de contas”. E salienta que é urgente aprovar legislação que “proíba as comissões de manutenção, ou que, em alternativa, as permita, mas apenas na medida em que correspondam a encargos pelos serviços adicionais efetivamente prestados ao consumidor.

 

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